O Município

Dados do município

Dados do município/localização

Fundação: 02/08/1876
Emancipação Política: 2 DE AGOSTO
Gentílico: MORADANOVENSE
Unidade Federatíva: CEARÁ
Mesoregião: JAGUARIBANA
Microregião: VALE DO JAGUARIBE
Distância para a capital: 162,00

Dados de características geográficas

Área: 2.779,00
População estimada: 62065
Densidade: 22,00
Altitude: 52
Clima: SEMIÁRIDO
Fuso Horário: UTC-3
Sua denominação original era Aldeia Nova, Aldeamento de Nossa Senhora das Montanhas, depois Vila do Espírito Santo de Morada Nova e desde 1925 Morada Nova.
O município de Morada Nova localiza-se no território que era habitado pelos índios Paiacu que foram aldeados na Aldeia Nova, a Aldeia de Nossa Senhora da Montanha criada pelo clérigo padre João da Costa em 1699.

Com as entradas-de-dentro, a implantação da pecuária no Ceará, na época da carne seca e charque, surge um núcleo urbano ao redor do Aldeamento de Nossa Senhora das Montanhas e que transformaria-se mais tarde na fazenda Espírito Santo. O município de Morada Nova foi emancipado do território do então município de São Bernardo das Russas em 2 de Agosto de 1876.

Suas origens remontam ao século XVIII, quando nas proximidades do Rio Banabuiú estabeleceram-se os colonizadores Alferes José de Fontes Pereira de Almeida e seu irmão, o Capitão Dionísio de Matos Fontes. Em torno dessa fazenda, denominada por seus proprietários de Morada Nova, formar-se-ia a povoação da qual daria origem ao Município. Evolução Política: A elevação do povoado à categoria de distrito provém da Lei Provincial nº 1.719, de 2 de agosto de 1876, com a denominação de Espírito Santo, condicionando sua instalação à doação, pelos moradores, da casa na qual deveria funcionar a Câmara Municipal. Satisfeita essa exigência, instalou-se o Poder Municipal, tendo como data 17 de janeiro de 1877 e sendo eleitos os seguintes membros: 1) Presidente: Manuel Antônio Ferreira Nobre; 2) Vereador: Eduardo Henrique Girão; 3) Vereador: José Mateus Regino de Oliveira; 4) Vereador: José Carneiro de Sousa; 5) Vereador: José Crisóstomo de Sousa; 6) Vereador: José Raimundo Evangelista; 7) Vereador: Antônio Elias Saraiva de Brito; 8) Secretário: Antônio Jorge de Oliveira Façanha; 9) Procurador: Joaquim Victor Carneiro; 10) Fiscal: Raimundo José Cavalcante; 11) Suplente de Juiz: Manoel Antônio Ferreira Nobre; 12) Suplente de Juiz: Conrado Balbino da Silva Girão; 13) Suplente de Juiz: Plácido Francisco de Assis Andrade.

Além do projeto do qual resultaria a elevação do povoado à categoria de vila, houvera tentativa similar, de autoria do Legislativo Provincial, mas propondo a denominação de São Crisólogo, o que não merecera aprovação graças aos protestos do Deputado Joaquim Pauleta Bastos de Oliveira, e inclusão, de sua autoria, do nome Espírito Santo (29/06/1876). A elevação do Distrito à categoria de Município, com a denominação de Morada Nova, provém da Lei Estadual nº 2.336, de 3 de novembro de 1925, tendo sido instalado a 6 de janeiro de 1926. Igreja: As primeiras manifestações de apoio eclesial têm como precedente requerimento formulado pelos fazendeiros Alferes José de Fontes Pereira de Almeida e seu irmão, o Capitão Dionísio de Matos Fontes, requerimento esse endereçado a D. João da Purificação Marques Perdigão, Bispo de Pernambuco, solicitando permissão para edificação de uma capela no reduto, e a ter como padroeiro o Divino Espírito Santo. Concedida a autorização, dever-se-iam iniciar os respectivos trabalhos, porém, à vista de desentendimento por parte dos requerentes irmãos, quanto à localização do templo, prolongaram-se as querelas. Convocados, então, os demais habitantes do reduto, no sentido de opinar a respeito, apresentou-se como vencedor o local preferido pelo Alferes José de Fontes e constante de 25 braças em quadro, conforme escritura datada de 1 de janeiro de 1834, além de segunda doação, constante de 300 braças, que seria feita pelo Capitão Dionísio de Fontes, cujo registro manteria a data de 29 de dezembro do mesmo ano[carece de fontes]
Eventos e turismo
Festa do padroeiro da cidade, Divino Espírito Santo, que é realizada na festa de Pentencoste.
Festa do vaqueiro, que é realizada pela Associação dos Vaqueiros em seus mais de 72 anos na cidade de Morada Nova Ceará a 162 km de fortaleza. Celebrar a 72 festa do vaqueiro com tradição. Muitos vaqueiro relembram tempo de quando eram jovens e reveem velhos amigos de profissão.
Turismo, as cidades de Limoeiro do Norte, Morada Nova, Jaguaribe e Jaguaribara, no Vale do Jaguaribe, farão parte da rota turística do Ceará
A cidade possui um clube profissional chamado Centro Esportivo Morada Nova, que disputa a Terceira Divisão Cearense, e realizam seus jogos no Estádio Pedro Eymard, que é de propriedade da Prefeitura Municipal de Morada Nova.
O município é composto por oito distritos, sendo eles Morada Nova (Sede), Boa Água, Juazeiro de Baixo, Lagoa Grande, Pedras, Roldão, São João do Aruaru e Uiraponga.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período entre outubro de 1962 e dezembro de 2013, a menor temperatura registrada em Morada Nova foi de 14,1 ºC em 18 de agosto de 1974, e a maior atingiu 39,2 ºC em 19 de março de 1967. O maior acumulado de chuva registrado em 24 horas foi de 308,3 milímetros na sede do DNOCS, em 4 de março de 1980, a 3 km do centro da cidade.. Outros grandes acumulados foram 130,4 milímetros em 11 de maio de 2009, 128,5 milímetros em 17 de abril de 1989, 124,9 milímetros em 22 de junho de 2013, 109 milímetros em 11 de janeiro de 1973, 108,4 milímetros em 24 de abril de 1982, 102,3 milímetros em 22 de fevereiro de 1977 e 100 milímetros em 22 de abril de 1964. O maior volume de chuva observado em um mês foi de 485,3 milímetros em abril de 1984.

HINO

Glória a ti, terra querida,
Engastada no verde esplendor,
A beleza da tua paisagem
Vive uma mensagem toda de amor.

Teu sol ardente forjou a raça
De têmpera forte, afeita ao sertão
Que vence a procela, a manga arregaça,
Garante a riqueza, plantando algodão,
Estribilho
Salve, salve Morada Nova,
Cidade formosa
Que Deus abençoou;
A natureza compôs teu cenário,
Tu és relicário
De paz e amor!...

Mocidade garbosa, sedenta de louros
Matiza de esperança, grandioso porvir;
No estudo recolhe os pomos de ouro
Semeando a cultura num eterno florir...

Por vales umbrosos, campinas verdejantes
Corre o vaqueiro, corajoso, audaz
E o Banabuiú, sinuoso, gigante...
Maravilhosa irrigação o progresso nos traz.

Letra por Francisca Carneiro de Girão Lima
Melodia por João Linhares de Lima


BRASÃO


BANDEIRA


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